Numa tardes dessas, vazia e de sossego, Mariana cochilava no carrinho de bebê e eu pesquisava sobre vestibular e datas de matrícula na internet.
Ouvi a porta bater. Esperei e os passos se aproximavam. Me concentrei na tela do notebook e Luan me abraçou por trás e beijou minha nuca.
Sorri automaticamente. Um pequeno gesto dele fazia com que minha alma explodisse em centenas de pedacinhos de luz. E eu nunca havia lido sobre nada parecido com isso. Amor dos céus.
Luan sentou-se na cadeira ao meu lado e pegou Mariana no colo.
Começamos a conversar e ele me ajudou a escolher a faculdade e a marcar as melhores datas para vestibular para que eu pudesse agendar quando ele estivesse em casa.
Marquei e liguei para as três faculdades que existiam em Londrina. Estávamos em outubro. Agendei as provas para o final de novembro e ínicio de dezembro. Luan já estaria de férias e poderia me acompanhar e ficar com Mariana.
UM MÊS DEPOIS.
Luan estava conseguindo conciliar a agenda de shows e os compromissos com as fãs e nossa vida de casado, pai e mãe.
Bruna me visitava sempre e minha mãe fazia questão de pegar um avião e me visitar pelo menos uma vez por mês. Mariana já havia se acostumado com sua presença e sorria ao ver a avó mais coruja do mundo. Marizete me ajudava e me auxiliava com relação aos médicos e ocupava o lugar de mãe ainda que a minha fosse insubstituível.
As duas se davam bem e isso me deixava imensamente feliz. Eu era uma filha de duas mães. Meu pai piorava e eu sabia disso.
Depois de uma conversa que tivemos ao telefone, onde contei sobre o caso da pai da Duda que resolvera se entregar à doença, ele resolveu procurar ajuda médica.
Passei minha gravidez inteira achando que estava tudo bem. Minha mãe escondera tudo de mim. Agora só restava esperar os resultados do check-up de meu pai.
Rezava para que não fosse nada.
As datas do vestibular se aproximavam e Luan entrou de férias.
Eu conseguia me organizar com minha vida de mãe e de estudante. As provas finalmente chegaram.
Na véspera da primeira prova, dormi um sono agitado. Uma mistura de medo e ansiedade.
Mariana dormia em seu quarto com a babá noturna. Ela sempre dormia bem, a noite toda. E eu não amamentava mais por falta de leite. Só mamadeira.
Sentei na cama, na penumbra da madrugada. Luan dormia profundamente ao meu lado.
Liguei minha luminária e abri a gaveta do criado-mudo. Peguei meu diário e resolvi ler todas as memórias que me inundavam sempre.
Minha história com Luan me acalmara naquela noite. E em todas as noites que estariam por vir.
De volta, meninas! Obrigada por estarem sempre aqui. Já são quase 5 meses que estamos juntas. Muita coisa, né? Passou muito rápido. Me despeço com mais um capítulo. Comentem comigo. Beijos <3
Luan sentou-se na cadeira ao meu lado e pegou Mariana no colo.
Começamos a conversar e ele me ajudou a escolher a faculdade e a marcar as melhores datas para vestibular para que eu pudesse agendar quando ele estivesse em casa.
Marquei e liguei para as três faculdades que existiam em Londrina. Estávamos em outubro. Agendei as provas para o final de novembro e ínicio de dezembro. Luan já estaria de férias e poderia me acompanhar e ficar com Mariana.
UM MÊS DEPOIS.
Luan estava conseguindo conciliar a agenda de shows e os compromissos com as fãs e nossa vida de casado, pai e mãe.
Bruna me visitava sempre e minha mãe fazia questão de pegar um avião e me visitar pelo menos uma vez por mês. Mariana já havia se acostumado com sua presença e sorria ao ver a avó mais coruja do mundo. Marizete me ajudava e me auxiliava com relação aos médicos e ocupava o lugar de mãe ainda que a minha fosse insubstituível.
As duas se davam bem e isso me deixava imensamente feliz. Eu era uma filha de duas mães. Meu pai piorava e eu sabia disso.
Depois de uma conversa que tivemos ao telefone, onde contei sobre o caso da pai da Duda que resolvera se entregar à doença, ele resolveu procurar ajuda médica.
Passei minha gravidez inteira achando que estava tudo bem. Minha mãe escondera tudo de mim. Agora só restava esperar os resultados do check-up de meu pai.
Rezava para que não fosse nada.
As datas do vestibular se aproximavam e Luan entrou de férias.
Eu conseguia me organizar com minha vida de mãe e de estudante. As provas finalmente chegaram.
Na véspera da primeira prova, dormi um sono agitado. Uma mistura de medo e ansiedade.
Mariana dormia em seu quarto com a babá noturna. Ela sempre dormia bem, a noite toda. E eu não amamentava mais por falta de leite. Só mamadeira.
Sentei na cama, na penumbra da madrugada. Luan dormia profundamente ao meu lado.
Liguei minha luminária e abri a gaveta do criado-mudo. Peguei meu diário e resolvi ler todas as memórias que me inundavam sempre.
Minha história com Luan me acalmara naquela noite. E em todas as noites que estariam por vir.
De volta, meninas! Obrigada por estarem sempre aqui. Já são quase 5 meses que estamos juntas. Muita coisa, né? Passou muito rápido. Me despeço com mais um capítulo. Comentem comigo. Beijos <3
AMEEEEEEI AI MEU COREEEEEE! MA, MINHA ÍDOLA, DEIXE DE ESCREVER COISAS ASSIM, TAO PERFEITAAAAAS, AI DEUS, SOCORRE KKKKKKKKK -Roberta
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